Cumprindo a promessa, eis a capa finalizada da edição de abril. Aos curiosos, o resultado da enquete feita aqui no blog: 236 votos no total, sendo 137 (57%) para a capa 1 e 99 (43%) para a capa 2. A revista começa a chegar às bancas de todo o país na quinta 27. Ao longo desta semana, seguiremos entregando mais detalhes da edição.
Escolha a capa da Galileu de abril Meninos e meninas, Sintam-se à vontade para escolher sua opção preferida e deixar seus comentários a respeito de layout, tema e o que mais der na telha. As diferenças são sutis, mas fundamentais. A enquete estará aberta até o final da tarde de amanhã, quando mandaremos a revista para a gráfica.
Já ouviu falar em ligre? Se ainda não ouviu vai gostar de saber que os ligres (cruzamento entre um leão e uma tigresa) são atualmente os maiores felinos do mundo podendo chegar a incríveis 4 metros de cumprimento. Isso acontece porque o gene inibidor do crescimento nos leões vêm das mães, e nos tigres vêm dos pais, logo os imponentes ligres nascem sem esses genes.
Mas não se preocupe com esse animais em toda parte, afinal, a maioria desses bichanos nascem estéreis por problemas relacionados aos genes na hora do cruzamento. É evidente que esse tipo de cria só acontece nas mãos de humanos e em cativeiros uma vez que leões e tigres não dividem o mesmo habitat, salvo raras exceções. Vejam outra foto desse "pequeno gatinho".
Um homem de 46 anos, epilético, tentou tratamento com sete diferentes remédios e até cirurgia cerebral para reduzir a quantidade de ataques que sofria. Sem sucesso. Durante exames preparatórios para uma segunda cirurgia, os médicos descobriram que os sintomas do paciente estavam atenuados. O motivo? Sessões diárias de 45 minutos escutando obras de Mozart.
O caso foi revelado por médicos do Instituto de Neurologia de Londres, em artigo publicado ontem no jornal The Independent.
Outras pesquisas já associaram a música do compositor austríaco com redução de estresse, melhora na depressão e na dor associada a artrite.
Os seis estágios da manguaça O site Inventor Spot pescou uma coleção de pingentes de celular japoneses que ilustram à perfeição os clássicos seis estágios de um porre homérico. As imagens dizem tudo. Divirta-se e lembre-se: quando beber, seja esperto e saiba quais são seus limites.
HG
O bêbado cabeça O bêbado facinho O bêbado raivoso O bêbado chorão O bêbado na lama O bêbado nocauteado
Proteste contra a repressão no Tibet Você também gostaria de protestar contra a violência no Tibet? A ONG Avaaz está organizando uma petição on-line para enviar a Hu Jintao, presidente da China, solicitando o respeito pelos direitos humanos do povo tibetano e a abertura de diálogo com o Dalai Lama. Você não precisa precisa saber inglês para participar, basta informar seus dados pessoais. A petição será enviada assim que alcançar o número de 1 milhão de signatários.
Descanse em paz, Arthur C. Clarke O site do jornal "The New York Times" acabou de noticiar a morte de Arthur C. Clarke, autor de "2001, uma Odisséia no Espaço" e outras dezenas de títulos de ficção científica. O britânico tinha 90 anos e vivia no Sri Lanka. A causa de sua morte ainda não foi divulgada. Galileu está de luto. Leia mais sobre o escritor aqui.
Dalai Lama protesta contra a colonização chinesa O tempo está cada vez mais quente no Tibet. O ultimato dado pelas autoridades chinesas para que os protestos cessassem venceu domingo, e a partir de agora a repressão, que estima-se já ter feito uma centena de vítimas, só tende a engrossar. Numa estratégia para isolar o país do resto do mundo, o governo chinês bloqueou o acesso ao site de vídeos youtube, e os canais de Tv a cabo foram censurados. Graças à rede mundial de computadores, porém, é possível assistir a vídeos dos protestos que estão ocorrendo no Tibet.
O governo chinês acusou o Dalai Lama de ser o incitador dos protestos. O líder religioso respondeu dizendo que a China está conduzindo um genocídio cultural. A política da China tem sido a de alocar no Tibet um número cada vez maior de chineses, como forma de enfraquecer a identidade nacional. Ano passado o Dalai Lama já havia acusado a China de fazer “terrorismo demográfico”, afirmando que a população de Lhasa, a capital tibetana, é hoje de 300 mil habitantes, dos quais 200 mil seriam chineses. Não custa lembrar que o próprio Brasil é um exemplo da eficiência do uso da colonização em grande escala como forma de desvincular um povo de seu território tradicional e de sua cultura. Os tibetanos, porém, estão lutando contra o processo colonizador ainda no seu início.
O Zoológico Nacional Smithsonian, localizado em Washington, EUA, acaba de revelar ao mundo seu mais novo filhote: um pequeno kiwi, ave símbolo da Nova Zelândia.
Os kiwi são endêmicos daquele país e estão ameaçados de extinção. O nascimento de um filhote fora da Nova Zelândia é raro. Apenas quatro zoológicos do mundo conseguiram procriá-lo em cativeiro.
Eles são tão diferentes de outros pássaros que alguns pesquisadores se referem a eles como "mamíferos honorários". Ao contrário da maioria das aves, por exemplo, os kiwis têm uma visão de pouco alcance, compensada por um olfato poderoso potencializado pelas narinas localizadas na ponta do bico. Algumas penas modificadas, também presentes no bico, servem como órgão tátil, como os bigodes dos felinos. Clique aqui para assistir o novo bebê pela webcam do zôo.
Foi preciso juntar muita paciência na edição de som e na sincronia com a imagem, mas o resultado vale a pena. Assim, veio ao mundo o primeiro cão cantor de death metal da História. O autor da proeza é um tal de Lowalkoroc. Em nome da redação de Galileu, parabéns para o cara. Dá uma clicada aí em cima e divirta-se. EF
A seção 3 Mundos do ponto de vista do pessoal da Arte, que descolou uma "conversa" entre uma brasileira e uma australiana que, contrariando todas as possiblidades, se estende por 2 minutos sem que elas se entendam. Dê uma ouvida.
Vou aproveitar o espaço para fazer propaganda gratuita do novo blog da família Galileu, – que por acaso é escrito por mim – o Sexpedia. Um espaço só para falar sobre sexo. Como avisei na apresentação do blog, não sou nenhuma especialista no assunto, do tipo acadêmica, mas como sugiro matérias a respeito com uma certa freqüência – e já consegui emplacar algumas- o pessoal da redação me incentivou a criar um espaço só para isso (talvez para deixá-los em paz na reunião de pauta). A idéia é discutir pesquisas, comportamentos, mitos, tirar dúvidas (pode mandar as suas, que vou atrás de quem pode respondê-las com autoridade), enfim, tudo o que estiver relacionado ao sexo (tá, quase tudo...) e o melhor, tudo isso durante o horário de trabalho. Faça uma visita.
Excelente dica do grande Ricardo Cianciaruso, o homem à frente das plataformas digitais aqui na Editora Globo. O vídeo acima é uma aula definitiva para jornalistas e navegantes curiosos a respeito do poder da internet participativa. Veja e aprenda.
A designer de bijuterias Raven Hanna largou a carreira de cientista para se dedicar à de artista. E se deu bem. Nem precisa ser fã de ciência para gostar de suas criações, inspiradas em moléculas que são tão estéticas quanto possuem funções importantes. “Acredito que essas molécula não são apenas belas, mas símbolos relevantes de nosso mundo moderno”, diz.
Esse colar aí da foto foi baseado na acetilcolina, “o melhor neurotransmissor que há”, na opinião de Raven. A substância tem papel atuante no aprendizado, memória e formação de sonhos.
Uma das coisas mais legais da popularização das câmeras digitais, programas de edição de imagens e fotologs é que isso ajuda a colocar em prática as idéias mais viajantes.
Como o conceito de “panoramas polares”. A regra é manipular fotos panorâmicas em 360 graus para que pareçam uma esfera. A brincadeira rende imagens lindas e curiosas. Clique aqui para ver as criações de um grupo de fotógrafos do Flickr. Dica de Oga Mendonça, editor de arte da nossa vizinha Autoesporte.
Nossos vizinhos da revista Monet arrebentaram na edição de março, aquela com Will Smith na capa. Em uma reportagem de seis páginas, os caras dissecaram alguns dos mais célebres seres "meio homens/meio máquinas" da ficção. Uma delícia para os fãs do gênero. Além dos dois sujeitos aí de cima, a revista ainda lembra de Jaime Sommers (Mulher Biônica) e Alex J. Murphy (Robocop), entre outros. Eis o que nossos colegas dizem sobre Steve Austin (O Homem de Seis Milhões de Dólares) e Darth Vader:
"Depois de sofrer um acidente quase fatal, enquanto testava um novo foguete da Nasa, o astronauta passa por uma revolucionária cirurgia, comandada pelo Dr. Rudy Wells e patrocinada pela organização secreta OSI, ao custo de seis milhões de dólares, tornando-se o novo agente secreto da casa."
"Dentro da carcaça negra e intimidaddora do supervilão espacial, por incrível que pareça, vive o que sobrou de humano de Anakin Skywalker, o espadachim jedi que foi seduzido pelo 'lado negro da força' e que tem como objetivo destruir as forças rebeldes."
Transformaram uma palestra do autor de "Auto da Compadecida" e "A Pedra do Reino" em batidão. Na "letra", Ariano Suassuna cita Ernest Rutherford e Niels Bohr, grandes nomes da física nuclear, prêmios nobéis em 1908 e 1922, respectivamente. Daí parte para uma tese sobre buracos, não necessariamente negros, versando também sobre a finitude da vida eqüina. O que acharam?
Este fim de semana foi a estréia de “10.000 A.C”, blockbuster ambientado na pré-história que leva a assinatura de Roland Emmerich, o produtor de “O Dia depois de Amanhã” e de “Independence Day”. Eu ainda não assisti ao filme, mas por tudo que já li a respeito e por ter visto o trailer algumas vezes, me arrisco a dizer que a fantasia superou, em muito, a ambientação histórica.
Por isso resolvi dar duas dicas bacanas de obras de ficção situadas na pré-história. A primeira é clássico filme “A Guerra do Fogo", de Jean Jacques Annaud (aliás, se puder veja tudo o que ele fez: “O Nome da Rosa”, “Sete Anos no Tibet” “Círculo de Fogo” etc.). Conta a história de um homem de um Homem de Cro-Magnon que se envolve numa briga com Neandertais e perde o tição com fogo que possuíam. Como não sabem fazer fogo, a tribo deve procurá-lo em alguma fonte natural, ou vai perecer. Mas uma mulher bonita aparece no caminho....e o resto é o desenrolar dessa história, ou melhor, pré-história
A segunda dica é o ciclo de livros em torno da personagem Ayla. Trata-se de uma heroína que vive em torno de 40.000 a.C na Europa. A autora, Jean Auel, fez uma boa pesquisa sobre as condições de vida dos grupos que viveram naquela época, e aliou isso a uma imaginação vívida. Estes livros me foram recomendados por Betty Meggers, uma arqueóloga americana que é uma das referências no estudo do Brasil pré-contato. O fato de ter passado pelo crivo de Meggers é apenas mais uma recomendação dos livros de Auel , que conquistaram uma legião de fãs. Há anos especula-se sobre uma possível adaptação para o cinema. Tomara que “10.000 A. C” não seja um fenômeno isolado, mas sim o primeiro de uma série. Os amantes da arqueologia agradeceriam bastante.
A ciência nunca irá parar enquanto não romper seus próprios limites. Justamente pensando nisso que uma nova maneira de interpretar sinais do cérebro vem sendo desenvolvida por pesquisadores do Reino Unido.
Foram mostradas mais de 1.750 figuras diferentes para voluntários que tinham seu fluxo sanguíneo e sua atividade neural monitoradas para montar um modelo de como o cérebro responde a imagens diferentes. Dessa forma os cientistas podiam tentar descobrir que fotos estavam sendo mais vistas, e mesmo quando erravam a suposição, elas eram similares em seu assunto. Por exemplo, se a foto que estava sendo vista era de um casamento, mesmo que eles não apontassem exatamente para essa, acabavam em uma foto de um casal em outra situação.
Essa pesquisa pode ajudar a criar conexões artificiais para áreas diferentes do cérebro que estejam danificadas, por isso, agora eles direcionam as pesquisas para outras regiões além da visão.
Tá cansado(a) dessas imagens em duas dimensões que a sua câmera fotográfica faz? Então conheça o serviço Make3D, criado por pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA. A coisa é bem complicada: um algoritmo associa pistas visuais (como cores, texturas e tamanhos) com certos valores de profundidade, desenvolvidos a partir do estudo de fotos bidimensionais exploradas com dados em 3D. Bom, mesmo que pra você isso não signifique muita coisa, visite o site dos caras, registre-se (é grátis) e coloque uma foto no sistema (preferencialmente de paisagens). Fiz isso com a imagem espetacular acima (só não ficou melhor porque o cenário não é a Vila Belmiro). Confira abaixo como ela é vista em 3D! EF
O fundo do mar fascina pela sua beleza e por ser uma área tão inexplorada em nosso planeta. Podemos encontrar por lá as mais diferentes e curiosas espécies de animais, sem contar os nunca antes vistos. Se você pensa dessa forma vai gostar da exposição “Oceano: Vida Escondida” que acontece na Estação Ciência que fica na Rua Guaicurus, 1394, na Lapa em São Paulo.
O destaque fica por conta de animais que não são muito conhecidos do grande público já que são difíceis de serem fotografados devido a seus tamanhos minúsculos ou a profundidade onde vivem.
A exposição foi produzida com técnicas especiais por uma equipe de biólogos do Centro de Biologia Marinha da USP. Imperdível!
A partir do dia 08 de Março. De Terça à Sexta das 8h às 18h. Finais de semana e feriados das 9h às 18h. Ingressos a 2 reais e grátis para menores de 6 anos.
Os fãs da série “Star Wars” têm até julho para viver seus momentos de jedi. Uma exposição oficial sobre a saga chega pela primeira vez à América Latina, a Star Wars Brasil, que abriu no dia 4 de março, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. A mostra traz os objetos e figurinos utilizados nas gravações dos seis filmes. Entre as 200 peças do acervo estão naves espaciais e veículos em tamanho natural, figurinos, robôs e mobiliário real do set de filmagem. Que a força esteja com você.
Se a imagem acima não é o exemplo mais claro de como as inovações tecnológicas caminham rápido, sinceramente não sei mais o que poderia ser. Essa gigantesca peça que vocês estão vendo é um hard drive de apenas 1GB do ano de 1981 da IBM. Ao lado dele, temos um ‘smart card’ de 2007 com a mesma quantidade de memória.
Agora imaginem o que poderemos ter na palma da mão quando se passarem mais 26 anos?
Essa foi publicada pelo respeitado e cultuado jornal nova-iorquino "Village Voice". Bem-vindo a um mundo povoado por elfos, guerreiros, trols e ninfas onde só os mais fortes se dão bem. Não, você não está lendo a introdução de um livro de J.R.R. Tolkien. Trata-se da série de filmes pornô "Whorelore", disponível para download na internet. Isso mesmo: até que demorou, mas o universo fantástico popularizado por inúmeras obras e games como World of Warcraft finalmente chegou a esse ramo da indústria do, digamos, entretenimento. Na boa, pelo menos para mim, só se for para dar risada. Ou você achou as orelhas da moça aí de cima a coisa mais sexy da face da Terra? Quer ler mais sobre a série? Clique aqui. Divirta-se.
Era questão de tempo: semana passada, por trabalhar na Galileu, me senti um ignorante. O redator-chefe Edson Franco me perguntou: "Emiliano, qual a diferença entre a Coca-Cola Light e a Zero?". Eu não sabia. Consumido pela dúvida, fui atrás e descobri que é basicamente a mesma coisa, com a diferença que a Zero tem menos aspartame e mais sódio, para parecer mais com a Coca-Cola clássica.
Sem graça? Bom, fique com a explicação do marketing: a Coca Light é para pessoas "saudáveis, mas que não querem abrir mão do prazer, e querem aproveitar a vida intensamente". Já a Zero é para o "público jovem, que não quer abrir mão do sabor único de Coca-Cola mas busca uma alternativa sem açúcar".
Leonardo Boff é favorável à pesquisa com células-tronco
Está previsto para quarta o julgamento pelo Supremo Tribunal Federal da ação direta de inconstitucionalidade contra a atual Lei de Biosegurança, que permite o uso de células-tronco para pesquisas científicas. A ação tem o apoio de grupos ligados às mais diversas tradições religiosas, dos espíritas aos evangélicos. Mas talvez sejam os católicos o grupo explicitamente mais envolvido nesse debate. O autor da ação, o ex-procurador da República Cláudio Fonteles, é católico, e parte do alto clero da Igreja no país já se manifestou a favor da iniciativa.
Foi com esse contexto de enfrentamento entre pesquisa científica e convicção religiosa na mente que fui assistir hoje a uma palestra do teólogo, escritor e ex-frade franciscano Leonardo Boff. Falando na PUC de São Paulo, Boff mostrou-se favorável à pesquisa e chegou a apontar exemplos nos quais acha que a coleta de células tronco não constituiria dilema ético. Utilizar em estudos aquelas células oriundas de cordões umbilicais, ou os embriões congelados destinados ao descarte, não seria um aviltamento à vida, mas sim um trabalho pela vida.
As idéias de Boff, expressas em mais de 60 livros, seguem ajudando a guiar o pensamento de muitos católicos em nosso país e fora dele. Daí a relevância de sua opinião sobre o tema cientifico mais candente desta semana. Os dois lados desta discussãop mostram ânimos cada vez mais esquentados. Como Boff é uma referência em reflexões sobre ética e religião, tomara que seu posicionamento público ajude a desfazer a impressão, compartilhada por muitos, de que se trataria de um debate entre religiosos "conservadores" e secularistas "progressivistas". Enxergar as coisas por esse prisma é estereotipá-las. É mais complexo do que isso. É um debate sobre valores.
A série de TV mais discutida de todos os tempos, volta hoje no canal a cabo AXN (nº 34 da NET), às 21h. É o primeiro episódio da 4ª temporada, em que descobrimos um pouco mais sobre a vida pós-ilha e os estranhos visitantes que estão chegando. Não quero estragar supresa nenhuma, mas se não quiser ficar perdido, vão algumas fontes:
• Lost in Lost - blog do maior especialista em Lost do Brasil, Carlos Alexandre Monteiro, que nos ajudou a fazer a matéria de capa deste mês • Lostpedia - aqui você fica sabendo de tudo e mais um pouco dessa série tão complexa que precisou até de uma wikipédia só pra ela
No final da semana passada, Galileu esteve em Vancouver, no Canadá, espiando as gravações de um dos filmes mais aguardados de 2008. Como assumimos o compromisso formal de não contar nada do que vimos por lá até o lançamento, que deve rolar no dia 25 de julho, só posso dizer uma coisa: a verdade continua lá fora.
Fernanda Colavitti, é repórter da Galileu há 5, escrevendo sobre saúde, comportamento e bizarrices de todo tipo(sua especialidade). É fã de cinema, seriados e uma mesa de boteco com os amigos fcolavitti@edglobo.com.br
Juliana Tiraboschi, é repórter da Galileu desde 2004 e gosta de escrever sobre meio ambiente, história, saúde e comportamento. Curte viajar, fotografia, cachorros, música e é viciada em doces jtiraboschi@edglobo.com.br
Pablo Nogueira, trabalha há 5 na Galileu. É nosso repórter especializado nas matérias da chamada “hard-science”: física, astronomia e assuntos dos quais outros repórteres costumam fugir. Quando não está ralando, se diverte visitando cachoeiras, indo à praia (como todo bom carioca) e lendo bons livros pdiogo@edglobo.com.br
Edson Franco, entrou para o mundo das revistas há três anos, depois de mais de 20 na redação do jornal Folha de S.Paulo. Ocupa a cadeira de editor na Galileu desde fevereiro de 2006. Seu tempo livre é ocupado por guitarras, discotecagens em festa de música brasileira dançante, discos de vinil e cinema efranco@edglobo.com.br
Hélio Gomes, edita revistas há 13. Está na Galileu desde a edição 154 (maio de 2004) e divide suas horas fora da redação entre guitarras, discos, DVDs, o melhor e o pior da web, brincadeiras de criança e revistas dos quatro cantos do mundo hgomes@edglobo.com.br
Emiliano Urbim, é editor-assistente da Galileu desde julho de 2007. Gosta de escrever sobre comportamento, história, cultura pop e, acima de tudo, contar boas histórias. Fora da redação, literatura, quadrinhos, futebol e baixa gastronomia tomam boa parte do seu tempo livre eurbim@edglobo.com.br
Saulo Ribas tem 31 anos, doze deles enfurnado em redações desenhando páginas de revistas. Nas poucas horas vagas, exercita seu lado geek consumindo vorazmente informações sobre o mundo digital, transferindo podcasts para seu Ipod ou assistindo o seriado Heroes. Gostaria que o dia tivesse 30 horas. sribas@edglobo.com.br
Leandro Ferreira, é estudante do terceiro ano de jornalismo pela Universidade Mackenzie. Um "nerd" assumido gosta de quadrinhos (ocidentais e orientais), animações de diversos tipos, filmes, seriados, além de colecionar Action-Figures. Nunca dispensa a companhia dos amigos, adora música pop e não tem vergonha disso.